ANÁLISE: Eleições na Câmara de Princesa Isabel mostram fragilidade política dos Mouras que sequer registram chapa



A eleição da nova mesa diretora da Câmara Municipal de Princesa Isabel, que será realizada logo mais as 19:00h deste domingo (29), traduz algo preocupante para o Grupo Moura há pouco mais de dez meses do pleito eleitoral: a fragilidade e ausência de articulação política. O vereador e pré-candidato a prefeito do grupo, Dr. Alan Moura, do PSB, presidiu a Casa Adriano Feitosa Cavalcanti por um período de trinta dias, após decisão judicial que anulou o pleito do biênio 2019/2020, porém, viu sucumbir o desejo de continuar à frente do Poder Legislativo.

            O grupo de vereadores da base do prefeito de Princesa Isabel, Ricardo Pereira, montou uma chapa que asfixiou qualquer possibilidade de reação política dos Mouras e restou ao grupo liderado pelo vice-prefeito, Dr. Aledson Moura, esperar a oficialização da derrota histórica na Câmara Municipal.

            Estava tudo claro desde sábado (28), quando não houve registro de chapa Moura para concorrer. O Grupo Pereira registrou e através de documentos também protocolados os vereadores Alaelson Henrique, Arnaldo Florentino, Cleonice Henrique e Rinaldo Eufrasino, declinaram da possibilidade de concorrer a automaticamente declararam apoio a chapa governista.
            Em um grupo de Whatsapp, de nome “Boteco dos Amigos”, ao ser provocado, o vereador Alan Moura também deixou escapar, saindo pela tangente, que não quis concorrer para não perder os empregos.

            A leitura de tudo é prática: faltou força política.
                                                
Os documentos das informações sobre a eleição da CMPI desse texto estão em anexo.
           
 
REDAÇÃO

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